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Programação Geral

Publicado: Terça, 21 de Agosto de 2018, 11h23 | Última atualização em Sexta, 25 de Setembro de 2020, 23h28 | Acessos: 540

Programação

 

1º Dia 09/11

2º Dia 10/11

3º Dia 11/11

4º Dia 12/11

5º Dia 13/11

MANHÃ

 

- Mesa 2

- Mesa 4           

 

- Mesa 7

- Mesa 9

TARDE

- Mesa de abertura

- Mesa inaugural

 

- Mesa 3

- Mesa 5

- Mesa 8

- Mesa 10

NOITE

- Mesa 1

- Atividade Cultural

- Mesa 6

- Atividade Cultural

- Mesa de Encerramento

- Plenária Final

Mesas redondas

  • Mesa Inaugural – A redescoberta do conceito de região: novas perspectivas para a Geografia

Ementa: Nos últimos anos o pensamento geográfico brasileiro avança no sentido de um reencontro com o conceito de região. Diversas frentes na Geografia brasileira são abertas para a interpretação das regiões e das abordagens regionais em suas múltiplas escalas e perspectivas, destacando-se o plano teórico-metodológico e os estudos agrários e urbanos. Qual é o lugar do conceito de região no pensamento geográfico brasileiro hoje? Quais os novos rumos e tendências da Geografia diante da redescoberta da região? É possível pensar que o conceito de região torna-se paradigmático na produção do conhecimento geográfico, especialmente no Brasil?

  • Mesa 1 – Cinzas do Norte: as cartografias da disseminação do novo coronavírus na Amazônia e no Nordeste

Ementa: As regiões que compõem aquilo que no imaginário coletivo convencionou-se chamar de “Norte” passam por intensas metamorfoses em tempos de pandemia. A Amazônia e o Nordeste, anteriormente denominadas de regiões deprimidas, ganham novas cartografias que são expressões de seu desenvolvimento desigual associadas à disseminação do novo coronavírus. Quais as representações espaciais da disseminação do novo coronavírus na Amazônia e no Nordeste? Quais as cartografias sociais e mapas mentais que são produtos desse tempo de crise? Como as relações sociedade-natureza são retratadas nessas cartografias, interagindo com o movimento da própria pandemia?

  • Mesa 2 – O desenvolvimento regional desigual da América Latina

Ementa: O desenvolvimento desigual está vinculado inexoravelmente aos processos de regionalizações, de diferenciações espaciais. Portanto, trata-se de um desenvolvimento regional desigual. A América Latina é uma grande região, uma espacialidade diferencial do mundo, marcada por profundas desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais. Como podemos ler o desenvolvimento regional desigual da América Latina hoje? Como os países latino-americanos são enredados nos processos de globalização e financeirização? Quais os desafios da América Latina e de seus países no tempo presente, levando em conta suas democracias ainda em estruturação e com precárias condições de vida e de trabalho?

  • Mesa 3 – Neoliberalismo, metropolização e regionalização: novas utopias em tempos de pandemia

Ementa: O neoliberalismo como a nova racionalidade do mundo propaga-se rapidamente, constituindo um espaço-tempo com base na radicalização da lógica de mercado e do empreendedorismo. As dinâmicas urbanas, metropolitanas e regionais da atualidade estão vinculadas à racionalidade neoliberal com desdobramentos concretos na vida cotidiana, que opera no reducionismo das relações sociais de produção em negócios. Quais as mediações entre o neoliberalismo e os processos de metropolização e regionalização? Diante de uma crise sanitária que impactou consideravelmente as metrópoles e cidades, quais são as novas utopias possíveis-impossíveis que já nascem de modo experimental e residual em diversos lugares?

  • Mesa 4 – A produção da metrópole e sua região no novíssimo século XXI

Ementa: A metrópole configura-se como a grande célula das aglomerações humanas, cada vez mais dispersa e fragmentada, chegando em suas últimas consequências na forma da megarregião, a megalópole contemporânea. A produção da metrópole envolve necessariamente sua reprodução como região, que alcança diferentes formas, funções e estruturas, superando e ressignificando as relações centro-periferia e cidade-campo, em direção às relações cidade-região, centro-centro, periferia-periferia, cuja tendência é a fragmentação. Quais são os novos conteúdos da metrópole e sua região? Quais são os ritmos da metrópole hoje? No chamado novíssimo século XXI, nesse momento de profunda crise, qual é o lugar e a potência da metrópole e sua região?

  • Mesa 5 – Estado e desigualdades regionais em tempos do novo coronavírus

Ementa: A perspectiva do Estado mínimo amplamente adotada pelo cânone neoliberal contrasta com a participação efetiva do Estado nos rumos das economias nacionais e mundial. A mão invisível do mercado soa como quimera, quando nos deparamos, por exemplo, com as amplas ações dos Estados para organizar as sociedades e seus espaços durante a crise da pandemia. No Brasil, as desigualdades regionais aprofundam as contradições da produção do espaço e reclamam a necessidade de um intenso papel do Estado para mitigar tais disparidades de renda, trabalho e moradia. Qual é o panorama das desigualdades regionais atualmente no Brasil? Como o governo atual opera no território nacional e quais são seus principais interesses e estratégias? Como pensar o Estado no século XXI?

  • Mesa 6 – A nova lógica das fronteiras agrícolas e urbanas no Brasil e na Amazônia: urbanização, agronegócio e mineração

Ementa: No Brasil e, particularmente, na Amazônia, estabelecem-se diferentes fronteiras agrícolas e urbanas, alterando profundamente as paisagens, os modos de vida e os meios de produção. A Amazônia em si mesma constitui-se como a principal fronteira no território nacional com a presença de várias frentes de ocupação e uso dos recursos naturais, cuja gênese de cidades, as clareiras de atividades de mineração e as mudanças da estrutura agrária são os aspectos mais visíveis. Quais são as principais fronteiras agrícolas e urbanas no Brasil contemporâneo? Quais são os conteúdos do avanço do agronegócio no Brasil, especialmente nas regiões produtivas agrícolas, e suas relações com a urbanização? Qual é a nova lógica das fronteiras agrícolas e urbanas no Brasil e na Amazônia?

  • Mesa 7 – Problemática regional e desafios do espaço urbano

Ementa: A produção do espaço urbano passa necessariamente pela problemática regional, especialmente quando as formas urbanas ganham um forte movimento de espraiamento e as articulações e as redes entre cidades constituem novas configurações espaciais. Os desafios do espaço urbano crescentemente estão relacionados com uma problemática regional mais ampla. Como a produção do espaço urbano-regional se realiza no século XXI? É possível pensar o urbano sem pensar o regional? Do ponto de vista institucional, no planejamento e nas políticas públicas, como anda a relação entre o urbano e o regional? As tendências de fragmentação urbana ampliam as problemáticas regionais? Quais são os principais desafios do espaço urbano hoje?

  • Mesa 8 – Questão regional e produção do espaço e da natureza no Brasil contemporâneo

Ementa: Pensar um projeto para o Brasil é pensar simultaneamente a questão regional, no sentido de que o território nacional é produto das diferenciações espaciais regionalmente construídas. Portanto, a questão regional é central para a construção de um projeto nacional com base nas diversas formas de produção do espaço e da natureza. Como a questão regional fundamenta o Brasil contemporâneo e como é possível pensar a partir dela um projeto de Estado-nação? Quais são os fundamentos teórico-metodológicos da questão regional? Como a questão regional dialoga com as diversas formas de apropriação e produção do espaço e da natureza?

  • Mesa 9 – Políticas de pesquisa e pós-graduação em Geografia na Amazônia

Ementa: A Amazônia ainda passa por profundas assimetrias regionais com relação às demais regiões do Brasil no tocante aos investimentos públicos e privados em ciência, tecnologia e inovação. Isso é traduzido nos números dos programas de pós-graduação e das produções científicas, técnicas e tecnológicas. Como criar condições para que a Amazônia tenha um desenvolvimento no âmbito da ciência, tecnologia e inovação? Na área de Geografia, quais as políticas de pesquisa e pós-graduação executadas e planejadas para a Amazônia pelos órgãos de fomento, no sentido de diminuir as assimetrias regionais? Como as associações dos programas de pós-graduação estão participando desses debates e quais as possibilidades e propostas?

  • Mesa 10 – Fronteiras e regiões: perspectivas teórico-metodológicas

Ementa: As regiões são espacialidades diferenciais que ganham diferentes formas e conteúdos. Elas são mais marcadas por heterogeneidades e diferenças do que homogeneidades e similaridades. As fronteiras são, a rigor, regiões de transição, que expressam limiares e umbrais entre o interno e o externo, o dentro e o fora. Regiões e fronteiras são, sem dúvida, conceitos geográficos por excelência. Como definir conceitualmente fronteiras e regiões na contemporaneidade? Quais as teorias e abordagens atuais que se aproximam mais da complexidade e diversidade das fronteiras e regiões? Como pensar as fronteiras e regiões do ponto de vista metodológico, no movimento de produção do conhecimento geográfico?

  • Mesa de Encerramento – A Amazônia como centro do mundo no novíssimo século XXI: os desafios de uma região de lutas e conflitos

Ementa: A Amazônia é uma região que se constitui como uma das principais trincheiras do desenvolvimento do modo de produção capitalista no Brasil e na América Latina. A acumulação primitiva do espaço avança consideravelmente sobre a Amazônia, consolidando frentes agrícolas, urbanas e extrativistas de ocupação, espoliação e exploração da natureza. Com a pandemia, a Amazônia virou centro do mundo, símbolo mundial do combate às mudanças climáticas e da luta pelos direitos dos povos da floresta. O que é a Amazônia na atualidade e como pensá-la no movimento de regionalização do território nacional? Essa forte representação da Amazônia como centro do mundo coloca que questões e desafios para refletir sobre seu desenvolvimento nesse novíssimo século XXI? Quais são as tendências postas para essa região de lutas e conflitos?

 

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